Hoje estou de folga…ah que bom é acordar depois de uma ricas horas de sono…depois da pasmaceira que é costume sentir e não se tem nada para fazer aproveito para encher (digo preencher e não actualizar) um pouco mais deste diário overseas…
Que bom que era agora estar a beber um fino no black coffee de Leça, desfrutando da vista que todos nos conhecemos, da companhia que é costume, sentindo o ar que preenche todos os nossos dias e que por momentos caímos na ilusão de pensar ser vulgar! Ou mesmo aquele cafezinho da moda, hummm, que saudades desse cafezinho, que não me importava de ser Delta, Boundi, ou, ate mesmo, Café Cristina, eheh… e atravessar a ponte da Arrábida?? Coisa normal não é?? São apenas segundos, mas para quem é tripeiro, ah caral… que saudades de ver tudo o que se pode ver da Arrabida… o Rio, as Luzes, o Movimento, a Serra do Pilar (ai a Serra do Pilar), o viaduto iluminado do cais das pedras, as Casinhas encrispadas, a vegetação em volta do Palácio de Cristal, a torre dos Clérigos, as Caves, as Pontes, a Cordoaria… o farol, os barquinhos da Afurada, o mar e o horizonte!!! Tudo isto observado ao som de “Tás a ver de Gabriel O Pensador” e vivido por cá ao som “Time won´t wait de Jaimiroquai”
…por cá sempre tenho as margens do Crocodilo Dandhi (figura em cima) e uma minis de 375ml muito estranhas, mas que até não ficam atrás, o café esse acho que nem para desentupir canos…
Sem dúvida este é um dos países para se fazer vida e não para se sobreviver, e por mais belos momentos, aventuras, experiências, contactos, aprendizagem que tenha já passado e adquirido e ainda tenha muito mais pela frente, no entanto, as saudades da família, da namorada, dos amigos (…) não ficaram em casa, vieram num cantinho bem guardado da minha bagagem de porão, porque não cabiam na minha mala de mão eheh e tenho que dizer que se tenho um coração grande é porque vos tenho a todos lá!
Até breve!
;)
